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Um calabouço chamado Brasil



Chega a dar nojo e é vergonhoso presenciar o que vem passando nosso país com este governo ilegítimo e de cunho fascista. É, é bem assim mesmo, um respiro de ter que enxergar pessoas ainda que esclarecidas estarem altamente arraigadas a um projeto político destemperado, inadequado e que vem, concomitantemente, usurpando o direito dos tarabalhadores.

A mídia faz a sua encenação dramática maquiando os golpes trabalhistas ocorridos em Brasília, chamando atenção dos telespectadores e ouvintes de novas programações, novas séries, moldando a “caveira” de um projeto político que deu certo e que elevou o cidadão à categoria de ser social, traduzindo no seu enorme poder a persuadir de que apenas um nome e uma sigla desmontaram a Nação.

Pobre cultura política de tantos trabalhadores apoiadores desta mixórdia política que maqueia um sitema gasto, falido e que não foi aprovado pelo protagonista maior: o povo!!! Pobre cidadão pagador de suas dívidas que bate panela e aplaude um governo ilegítimo, que traçou de forma paulatina paço a paço de toda estas rupturas que nos foram alcançadas e que estão nos levando para um calabouço em ritmo acelerado.

O filósofo Kant já apontava a priori a teoria da dualidade, dos homens inopernates e de uma conjuntura política utópica e que não busca fundamento em nenhuma premissa proposta pelos fundadores desta tão bela ciência, que é dizimada PAULATINAMENTE por os “varões” do poder.

É preciso acreditar e lutar. É preciso reivindicar e ir mesmo as ruas, fechar o trânsito, as escolas, universidades e todas as instituições sejam elas quais forem, porque nelas estão os trabalhados, muitos deles aguerridos e lutadores de uma sociedade melhor. A parcela “a cerebral” ainda é grande, e o luxo do sistema funciona porque ela detém o poderio de quaisquer meios de informação. Todavia, os demais estão aqui, firmes, resistentes e resilientes.

Não sejamos escravos do sistema. Sejamos a peça que faça a diferença, mesmo que a luz esteja lá no fim, ela existe e pode ser alcançada. Ou seja, temos como sair desta prisão tortuosa, desde que façamos nossa parte com ética e necessidade grande de mudança, começando pela mudança interior.

O recado foi  dado há anos. O mundo caminha para o colapso. As alternativas estão e são conhecidas. Basta só que cada um de nós fomente em si e nos seus pares a capacidade de mudar e fazer tal mudança com qualidade, na Nação, nos Estados e nos municípios.

2 comentários:

  1. Hérick, texto lúcido e de crítica lúdica e bem escrita. Texto rico na sutileza de explorar Kant. Parabéns. As sextas são melhores com teus escritos.

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